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O meu tormento é adivinhar pisadas
de um outro que passou antes de mim,
e que já andou talvez pelas estradas
onde por hoje sigo atormentado assim...
E o de pensar que só te achei agora
e surpreender-me, às vezes, a supor
que o grande amor que me inspiraste,
mora na mesma casa de um antigo amor...
É imaginar também que os teus desejos
a outra alma estranha já fizeram louca,
e que o doce champanhe dos teus beijos f
ez transbordar de beijos outra boca!
É pensar...
(doloroso é o pensamento quando o encho assim com meus tormentos vãos)
- que carícias ficaram, como o vento, a roçar, invisíveis, tuas mãos...
J. G. de Araújo Jorge
de um outro que passou antes de mim,
e que já andou talvez pelas estradas
onde por hoje sigo atormentado assim...
E o de pensar que só te achei agora
e surpreender-me, às vezes, a supor
que o grande amor que me inspiraste,
mora na mesma casa de um antigo amor...
É imaginar também que os teus desejos
a outra alma estranha já fizeram louca,
e que o doce champanhe dos teus beijos f
ez transbordar de beijos outra boca!
É pensar...
(doloroso é o pensamento quando o encho assim com meus tormentos vãos)
- que carícias ficaram, como o vento, a roçar, invisíveis, tuas mãos...
J. G. de Araújo Jorge
Um comentário:
Oi Dalva.... Meu Tormento já é forte o suficiente, obrigado!
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