
Imagem via Pinterest
A saudade é um verbo estranho
Que se conjuga teimosamente no presente
Um espartilho da alma de aperto sem tamanho
Um olhar sem limite, mas onde só apanho
As letras que te fazem viva na minha mente.
E por ser um verbo sem qualquer conjugação
Sem ser aquela que ainda me traz a memória
Rompo o espartilho e grito que o meu coração
É um livro estranho onde vives pela minha mão
Em letras tortas que contam a nossa história.
João Dordio
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